
SAMBA DAS NOVE
Dinho, Ivan Mendonça
Overdose de cocada
1993
Desde que o samba é samba
1993
Caetano Veloso
Marcos Diniz
Conflito
1996
Hermínio Bello, Paulinho da Viola
Timoneiro
1996
João Roberto, Adilson Bispo
Em um outdoor
1997
Regina do Bezerra
Tem coca aí na geladeira
1998
Destaque da época -
Bezerra da Silva
Bezerra da Silva nasceu na cidade de Recife(PE) e foi para o Rio de Janeiro aos 15 anos, escondido num navio, e lá ficou trabalhando na construção civil.
Tocava percussão desde criança e logo entrou em um bloco carnavalesco, onde um dos componentes o levou para a Rádio Clube do Brasil, em 1950. A partir daí passou a atuar como compositor, instrumentista e cantor, gravando seu primeiro compacto e 1969 e o primeiro LP seis anos depois.
Inicialmente gravou cocos sem sucesso. Mas a partir da série Partido Alto Nota 10 começou a encontrar seu público.
João Bosco, Aldir Blanc
Malandro é malandro e
1998
mané é mané
O repertório de seus discos passou a ser abastecido por autores anônimos (alguns usando codinomes para preservar a clandestinidade) e Bezerra notabilizou-se por um estilo "sambandido", precursor mesmo do "gangsta rap" norte-americano. O repertório de seus discos passou a ser abastecido por autores anônimos (alguns usando codinomes para preservar a clandestinidade) e Bezerra notabilizou-se por um estilo "sambandido", precursor mesmo do "gangsta rap" norte-americano.


Antes do hip hop brasileiro, ele passou a transmitir do outro lado da trincheira da guerra civil não declarada: ""Malandragem dá um tempo", "Sequestraram a minha sogra", "Defunto caguete" e outras". Em 1995 "Moreira da Silva, Bezerra da Silva e Dicró: Os Três Malandros In Concert", uma paródia ao show dos três tenores, Pavarotti, Domingo e Carreras.
O sambista virou livro em 1998, com "Bezerra da Silva - Produto do Morro", de Letícia Vianna.
Faleceu no dia 17 de janeiro de 2005 em decorrência de uma parada cardíaca.